sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Julgamento contra seguranças de Gisele Bündchen recomeça sexta

celebridadeO fotógrafo Yuri Cortez explica no tribunal, no último dia 23, em Puntarenas, como foi baleado por seguranças particulares de Giselle Bündchen, durante o casamento da modelo brasileira, em 2009                     
  • O fotógrafo Yuri Cortez explica no tribunal, no último dia 23, em Puntarenas, como foi baleado por seguranças particulares de Giselle Bündchen, durante o casamento da modelo brasileira, em 2009
Um tribunal costa-riquenho retoma nesta sexta-feira (1º) o julgamento de três seguranças da modelo Gisele Bündchen e do astro do futebol americano Tom Brady, por tentativa de homicídio de um fotógrafo da Agence France-Presse (AFP) e de um profissional da imprensa local.
Segundo Víctor Herrera, advogado do fotógrafo salvadorenho Yuri Cortez, da AFP, "a intenção é terminar amanhã".
Quatro testemunhas, entre elas Rolando Avilés - o outro fotógrafo, de um jornal local -, vão comparecer nesta sexta ao Tribunal de Julgamento de Puntarenas, no litoral Pacífico. O testemunho de Cortez já aconteceu em uma audiência em 22 de outubro.
"Houve um crime contra a integridade do senhor Yuri e de Rolando. Acreditamos que vamos provar isso, e o tribunal nos dará razão. Estamos tranquilos e confiantes", declarou Víctor Herrera.
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    Herrera disse ainda que será apresentada prova documental e que espera pela conclusão do julgamento iniciado em 23 de setembro.
Os acusados de tentativa de homicídio são os costa-riquenhos Manuel Valverde, de 26, Miguel Solís, de 43, e o colombiano Alexander Rivas, de 34, que trabalhavam como seguranças no casamento de Gisele e Brady, em 4 de abril de 2009. A cerimônia aconteceu em uma casa de praia em Cóbano de Puntarenas (oeste).
Depois de tirar algumas fotos, Cortez e Avilés foram abordados pelos seguranças, que exigiram deles a entrega dos cartões de memória de suas câmeras. Ambos se recusaram a entregar seus equipamentos.
"Passaram-se quatro anos e meio, mas continuo com esperança de que se faça justiça. Foi um processo muito longo. Não consigo superar a situação, porque isso não acaba. É um desgaste emocional, mas estou otimista. É uma luta para que se estabeleça a verdade e se punam os responsáveis", disse Cortez à AFP.
Se forem considerados culpados, os réus podem ser condenados a até 12 anos de prisão. 
Cortez trabalha há 22 anos para a AFP e já cobriu guerras civis em várias partes do mundo. Hoje, ele está sediado no México.
 
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