O governo do Estado do Rio de Janeiro vai se meter no imbróglio
sobre a redução dos jogos no Maracanã em 2014.
Ou seja, pretende
derrubar a resistência da Ferj (Federação do Estado do Rio de Janeiro)
para diminuir o número de partidas para preservar o gramado do estádio.
O COL (Comitê Organizador Local) pediu que fossem realizados, no
máximo, quatro jogos por mês. Em 2013, em um semestre, foram entre 40 e
50 partidas, o que afetou a grama.
A Odebrecht, gestora do estádio,
acatou o pedido do comitê, mas a federação não gostou da ideia e
pressiona para descartá-la.
"O Rio tem uma situação especial
porque só há um estádio com o Engenhão fechado", contou o secretário da
Casa Civil do Rio de Janeiro, Régis Fitchner.
"O Estado é dono do
estádio. Há uma exigência sobre o gramado. A Ferj tem que compreender
isso. Vamos sentar todo mundo e negociar."
Para Fitchner, tem
que haver um limite de partidas por mês, mas ele não sabe dizer qual o
número ideal.
Isso será conversado justamente na reunião com os
cartolas.
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