Com
quatro horas de duração, a Câmara Criminal do TJ potiguar realizou
nessa terça-feira (18), o julgamento do recurso movido pelos advogados
de Carla Ubarana e seu esposo, George Leal, presos
após a deflagração da
ação conhecida como "Operação Judas", efetuada pela Polícia Civil e
Ministério Público.
Após o julgamento, a Câmara definiu a prisão de
Carla Ubarana, quando o processo transitar em julgado, que ocorre quando
não há mais possibilidade de recurso, para 9 anos e 4 meses de prisão.
A
Defesa, ao se retirar da Câmara Criminal, antecipou que vai recorrer
quando ao critério de dosimetria da pena e benefícios ligados à delação
premiada, que não teria sido bem deferida em favor de George Leal, que,
na sentença inicial, foi condenado a 6 anos de prisão em regime
semiaberto.
A Câmara também deu provimento parcial ao apelo do Ministério
Público para que fossem ressarcidos sete milhões restantes, obtidos com
o desvio dos pagamentos.

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