Duas
empresas controladas pelo doleiro Alberto Youssef foram sócias da
Petrobras Distribuidora num consórcio escolhido para construir uma usina
termelétrica em Suape (Pernambuco), segundo relatório da Polícia
Federal sobre a Operação Lava Jato.
O doleiro é réu numa ação penal sob
acusação de ter lavado dinheiro desviado da obra da refinaria Abreu e
Lima, que está sendo construída em Pernambuco. Mas é a primeira vez que
ele aparece como sócio da estatal.
Uma das suspeitas investigadas é que
Youssef conseguiu entrar no consórcio graças aos contatos políticos que
ele tinha na Petrobras. As empresas de Youssef que se associaram à
estatal (Ellobras e Genpower Energy) não tinham atuação no mercado de
energia.
A Petrobras não quis se pronunciar (leia abaixo). Com as duas
empresas, Youssef detinha a maior fatia do consórcio, de 40%.
Petrobras,
MPE Montagens e Genpower detinham 20% cada uma, segundo a Agência
Nacional de Energia Elétrica, que fez o leilão para a construção da
termelétrica.

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