atualmente com 27 anos, concedeu entrevista exclusiva à 'Rádio Estadão', veículo do jornal O Estado de S. Paulo.
Entre as declarações, o químico, formado pela Universidade de São Paulo (USP), afirmou que entende "a raiva e a indignação contra os três assassinos" de seus pais.
Manfred e Marísia von Richthofen foram mortos em 2002 a pedido de sua irmã, Suzane von Richthofen,
pelos irmãos Daniel e Christian Cravinhos.
Na época, Andreas tinha
apenas 15 anos. Ele também comentou sobre as acusações feitas pelo
promotor de Justiça Nadir de Campos Júnior, que afirmou que Manfred,
ex-funcionário da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), teria desviado
dinheiro da estatal através das obras do trecho oeste do Rodoanel, em
São Paulo.
Andreas pediu esclarecimentos públicos do promotor. Em carta aberta,
divulgada pelo 'Estadão', ele afirma: "Se há contas no exterior, que o
senhor apresente as provas, mostre quais são e aonde estão, pois eu
também quero saber e entendo que sua posição e prestígio o capacitam
plenamente para tal". Ele pediu para que se forem boatos, que o promotor
se retrate e se cale.
Durante a entrevista, ele não citou a irmã, que atualmente está presa
na Penitenciária de Tremembé, interior de São Paulo.
Ele afirmou que
entende "a raiva e a indignação contra os três assassinos" quando falou
sobre o procurador. Ele ainda disse que pretende deixar o Brasil por
conta do "peso" que seu nome tem no país.

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