domingo, 2 de novembro de 2014

dia de finados. homenagem a esse grande homem Eduardo campos.


especial.




Eduardo Campos
Eduardo Henrique Accioly Campos
Eduardo Campos em 2006.
55.° Governador de Pernambuco Bandeira de Pernambuco.svg
Mandato 1º de janeiro de 2007
até 4 de abril de 2014
Antecessor(a) Mendonça Filho
Sucessor(a) João Lyra Neto
Ministro de Ciência e Tecnologia do  Brasil
Mandato 23 de janeiro de 2004
até 18 de julho de 2005
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Antecessor(a) Roberto Amaral
Sucessor(a) Sérgio Machado Rezende
Deputado federal por  Pernambuco
Mandato : 1 de janeiro de 1995
até 1 de janeiro de 1999
: 1 de janeiro de 1999
até 1 de janeiro de 2003
: 1 de janeiro de 2003
até 1 de janeiro de 2007
Deputado estadual por  Pernambuco
Mandato 1º de janeiro de 1991
até 1º de janeiro de 1995
Vida
Nascimento 10 de agosto de 1965
Recife,  Pernambuco
Morte 13 de agosto de 2014 (49 anos)
Santos,  São Paulo
Dados pessoais
Cônjuge Renata Campos1
Partido Partido Socialista Brasileiro (PSB)
Profissão Economista e político
Eduardo Henrique Accioly Campos (Recife, 10 de agosto de 1965Santos, 13 de agosto de 2014)2 foi um economista e político brasileiro, governador de Pernambuco por dois mandatos, presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e candidato à Presidência da República nas eleições presidenciais de 2014.
Neto de Miguel Arraes de Alencar, Eduardo desde cedo conviveu com nomes emblemáticos da política local e nacional. Campos era graduado em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Aprovado no vestibular desta instituição com 16 anos, concluiu a faculdade aos 20, como aluno laureado e orador da turma.
Sua morte ocorreu na manhã de 13 de agosto de 2014, quando o jato em que viajava do Rio de Janeiro a Guarujá caiu em um bairro residencial de Santos.3


Família e formação

A esposa e os cinco filhos de Eduardo Campos na escadaria do Palácio do Campo das Princesas.

Nascido na capital pernambucana, Eduardo Campos era filho do poeta e cronista Maximiano Accioly Campos (1941–1998) com a ex-deputada federal e atual ministra do Tribunal de Contas da União Ana Lúcia Arraes de Alencar (1947). Era neto de Célia de Sousa Leão (1924-1961) e de Miguel Arraes de Alencar (1916–2005), ex-governador de Pernambuco, sendo considerado seu principal herdeiro político, além de sobrinho de Guel Arraes, cineasta e diretor da Rede Globo de Televisão.4

Eduardo Campos e Miguel Arraes ao fundo.

Eduardo Campos se formou em Ciências Econômicas na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em 1986.5 Casou-se com a também economista e auditora do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco Renata de Andrade Lima (n. 1967), com quem teve cinco filhos: Maria Eduarda (n. 1992), João Henrique (n. 1993), Pedro Henrique (n. 1995), José Henrique (n. 2005) e Miguel (n. 2014).6 Seu filho mais novo, nascido no dia 28 de janeiro de 2014, é portador da síndrome de Down.7


Vida política

Eduardo Campos começou na política ainda na universidade, quando foi eleito presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Economia. Em 1986, trocou a oportunidade de fazer um mestrado nos Estados Unidos pela participação na campanha que elegeu o avô Miguel Arraes como governador de Pernambuco.8 Com a eleição de Arraes, em 1987, passou a atuar como chefe de gabinete do governador. Neste período, foi o responsável pela criação da primeira Secretaria de Ciência e Tecnologia do Nordeste e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (FACEPE).9


Assembleia Legislativa


Campos filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) em 1991. No mesmo ano, foi eleito deputado estadual e conquistou o Prêmio Leão do Norte concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco aos parlamentares mais atuantes.


Congresso Nacional


Em 1994, Campos foi eleito deputado federal com 133 mil votos. Pediu licença do cargo para integrar o governo de Miguel Arraes como secretário de Governo e secretário da Fazenda, entre 1995 e 1998. Neste último ano voltou a disputar um novo mandato de Deputado Federal e atingiu o número recorde de 173 657 votos, a maior votação no estado.
Em 2002, pela terceira vez no Congresso Nacional, ganhou destaque e reconhecimento como articulador do governo Lula nas reformas da Previdência e Tributária. Por três anos consecutivos, esteve na lista do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) entre os cem parlamentares mais influentes do Congresso.
No decorrer de sua vida pública no Congresso Nacional, Eduardo Campos participou de várias CPI, como a de Roubo de Cargas e a do Futebol Brasileiro (Nike/CBF).10 Nesta última, atuou como sub-relator, onde denunciou o tráfico de menores brasileiros para o exterior, fato que teve ampla repercussão na imprensa nacional e internacional.
Como deputado federal, Eduardo foi ainda presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural Brasileiro, criada por sua iniciativa em 13 de junho de 2000. A Frente tem natureza suprapartidária e representa, em toda a história do Brasil, a primeira intervenção do Parlamento Nacional no setor.
Eduardo é também autor de vários projetos de lei. Entre eles, o que prevê um diferencial no FPM para as cidades brasileiras que possuam acervo tombado pelo IPHAN; o do uso dos recursos do FGTS para pagamento de curso superior do trabalhador e seus dependentes; o que tipifica o sequestro relâmpago como crime no código penal; e o da Responsabilidade Social, que exige do Governo a publicação do mapa de exclusão social, afirmando seu compromisso com os mais carentes.


Ministério da Ciência e Tecnologia


Em 2004, a convite do presidente Lula, Eduardo Campos assumiu o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), tornando-se o mais jovem dos ministros nomeados.11 Em sua gestão, o MCT reelaborou o planejamento estratégico, revisou o programa espacial brasileiro e o programa nuclear, atualizando a atuação do órgão de modo a assegurar os interesses do país no contexto global.
Como ministro, Eduardo Campos também tomou iniciativas que repercutiram internacionalmente, como a articulação e aprovação do programa de biossegurança, que permite a utilização de células-tronco embrionárias para fins de pesquisa e de transgênicos.12 Também conseguiu unanimidade no Congresso para aprovar a Lei de Inovação Tecnológica,13 resultando no marco regulatório entre empresas, universidades e instituições de pesquisa.14 Outra ação importante à frente da pasta foi a criação da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, considerada a maior olimpíada de matemática do mundo em número de participantes.


Presidência do Partido Socialista Brasileiro


Eduardo Campos assumiu a presidência nacional do PSB no ano de 2005. No início de 2006, licenciou-se da presidência do partido para concorrer ao governo de Pernambuco, pela Frente Popular. Em 2011, foi reeleito presidente do partido, com mandato até 2014. Foi reconduzido ao cargo por aclamação e sem concorrentes.15 16


Governador de Pernambuco

Campanha 2006

Eduardo Campos junto com os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal, 6 de março de 2007.

Em 2006, lançou-se candidato ao governo do estado de Pernambuco, tendo como coordenadores o ex-deputado estadual José Marcos de Lima, também ex-prefeito de São José do Egito. Também contou com o apoio de importantes lideranças do interior do estado, como o deputado federal Inocêncio Oliveira e o então prefeito de Petrolina, Fernando Bezerra Coelho.
O primeiro turno apresentou um fato curioso: o presidente Lula manifestou apoio para dois candidatos à sucessão estadual: Eduardo Campos, do PSB, e Humberto Costa, do PT. Tal posicionamento foi encarado pelos críticos políticos como uma estratégia dos partidos de esquerda do estado para quebrar a hegemonia do ex-governador Jarbas Vasconcelos (PMDB), que apoiava a reeleição de Mendonça Filho PFL, governador que assumiu o poder após Jarbas renunciar em abril de 2006, para disputar uma vaga de senador, visando a levar as eleições estaduais para o segundo turno.

Lula e Hugo Chávez visitam o canteiro de obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, acompanhados do governador Eduardo Campos.

Eduardo Campos iniciou a campanha eleitoral, de acordo com as pesquisas eleitorais, na terceira colocação. Mas a coligação que apoiava Mendonça Filho utilizou extensivamente denúncias de corrupção que pesavam sob o candidato Humberto Costa quando ocupou o cargo de Ministro da Saúde, no governo Lula. Os aliados de Mendonça Filho e Jarbas Vasconcelos acreditavam que os votos dos potenciais eleitores de Humberto poderiam migrar naturalmente para Mendonça. Afirmavam que, mesmo as eleições sendo levadas para um segundo turno, o candidato Eduardo Campos seria um alvo mais fácil para ser atacado na campanha por causa do seu envolvimento, como secretário da Fazenda, nas operações dos precatórios no último governo de Miguel Arraes, porém ele e o governo do avô foram inocentados sobre o caso na justiça, em última instância.
Humberto Costa, que saiu da campanha do primeiro turno na terceira colocação, manifestou de imediato apoio a Eduardo Campos. O candidato do PSB conseguiu aglutinar em seu palanque quase todas as forças sociais e partidos opositores a Mendonça Filho e Jarbas Vasconcelos. O governador candidato à reeleição, Mendonça Filho, não conseguiu se eleger e Eduardo Campos foi eleito com mais de 60% dos votos válidos para governador no segundo turno.17 18


Reeleição


Com o governo bem avaliado e a popularidade em alta, Eduardo Campos concorreu à reeleição em 2010. Assim como em 2007, contou com o apoio do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Campos foi reeleito, desta vez como o governador mais bem votado do Brasil: mais de 80% dos votos válidos no primeiro turno, derrotando o senador Jarbas Vasconcelos.19


A gestão de Eduardo Campos


Eduardo Campos ocupou o Governo de Pernambuco durante sete anos (2007–14). Na primeira gestão, destacam-se projetos e obras estruturadoras como a ferrovia Transnordestina, a Refinaria de Petróleo Abreu e Lima, a fábrica de hemoderivados Hemobrás e a recuperação da BR-101.

Eduardo durante o lançamento do FormaSUS.

O socialista colocou as contas públicas na internet com o Portal da Transparência do Estado, considerado pela ONG Transparência Brasil o segundo melhor do país, entre os vinte e seis estados da federação e o Distrito Federal. O estado de Pernambuco cresceu acima da média nacional (3,5% em 2009) e os investimentos foram de mais de R$ 2,4 bilhões em 2009, contra média histórica de R$ 600 milhões/ano. A administração foi premiada pelo Movimento Brasil Competitivo.
Na segurança pública, houve redução dos índices de violência com a implantação do programa Pacto pela Vida. O número de homicídios no estado sofreu uma queda 39,10% desde o início do programa. Além disso, 88 municípios pernambucanos chegaram a uma taxa de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) menor que a média nacional, que é de 27,1 por 100 mil habitantes. A redução também ocorreu com crimes como roubos e furtos. Entre 2007 e 2013, houve uma diminuição de 30,3% neste tipo de delito no estado.20

Esse prêmio é um reconhecimento muito especial, porque é o maior prêmio de gestão pública do mundo. Vamos recebê-lo com muita alegria em nome de tantos, que no anonimato, diariamente nos ajudam no Pacto Pela Vida. Estamos no caminho certo para transformar Pernambuco no lugar mais seguro do País
Sobre o prêmio conquistado pelo Pacto pela Vida21

Em 2013, Eduardo anunciou o rompimento com o governo Dilma, saindo da base aliada junto com seus correlegionários, orientando-os a entregarem os cargos de confiança nos vários escalões.
Entre os motivos do rompimento, Campos apontou a manutenção da aliança do governo Dilma com setores políticos tradicionais, entre os quais, com o PMDB. Aproximou-se de Marina Silva e a acolheu, com seus aliados, no PSB, chamando o novo movimento de "Nova Política". Este rompimento provocou uma rachadura entre a PSB e os aliados à presidente Dilma Rousseff do PSB do Ceará, com seu líder Ciro Gomes.22


Saúde


Eduardo discursa na inauguração do bloco anexo do Hospital do Câncer de Pernambuco.

Foram construídos três novos hospitais na Região Metropolitana do Recife (RMR) e 14 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), além da expansão do número de leitos de UTI e UCI. Entre 2006 e 2013, Pernambuco se firmou como o estado nordestino com o maior ganho de anos na expectativa de vida (3,72 anos), superando a média da região. Houve também redução de 9,6% na taxa de mortalidade por causas evitáveis. Em 2011, Pernambuco alcançou a média nacional em relação à mortalidade infantil, reduzindo em 47,5% o seu coeficiente.


Educação


Entre 2007 e 2011, Pernambuco registrou um crescimento de 14,8% no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB. O número é mais de duas vezes superior à média nacional de 6,2%. Os alunos das escolas técnicas pernambucanas apresentaram um desempenho médio 47% superior em relação aos estudantes de outras partes do Brasil, como São Paulo e Santa Catarina, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP).
Pernambuco tem hoje a maior rede de escolas de referência do Brasil, com 260 unidades. De acordo com pesquisa do INEP, somente em 2012 mais de 85 mil alunos foram matriculados – o que corresponde a 10 vezes mais que a média nacional de 8 509. Em 2013, foram 163 mil alunos matriculados. A educação profissional foi ampliada e atualmente 26 escolas técnicas estão em funcionamento no estado. O Programa Ganhe o Mundo levou mais de 2 270 alunos para intercâmbio em países como Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Chile, Argentina e Espanha.


Emprego


Entre 2007 e 2013, foram gerados 560 mil empregos formais, sendo 150 mil apenas no interior do estado – o que representa uma expansão de 48% no mercado formal de Pernambuco. O governo também atraiu mais de R$ 78 bilhões de investimentos privados. Empresas como Sadia (Vitória de Santo Antão), Perdigão (Bom Conselho), Novartis (Goiana), Kraft Foods (Vitória de Santo Antão) e Fiat Chrysler (Goiana) se instalaram no estado.


Eleição presidencial em 2014


Campos e Marina Silva, em 2013.

Oficialmente confirmada como pré-candidata à reeleição, Dilma Rousseff teve inicialmente entre seus principais adversários Eduardo Campos e o senador do PSDB por Minas Gerais, Aécio Neves.23
Aécio Neves depois confirmou a sua candidatura pelo PSDB, tendo como vice o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP).
Em outubro de 2013, o então governador Eduardo Campos anunciou a aliança programática com a Rede Sustentabilidade, liderada por Marina Silva, cujo pedido de registro do novo partido havia sido negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A aliança foi formalizada em 4 de fevereiro de 2014, no evento que lançou as bases para elaboração do programa de governo do PSB-Rede. Na mesma data, o Partido Popular Socialista (PPS), através do deputado federal Roberto Freire, formalizou a entrada do partido na aliança.

As diretrizes para elaboração do programa de governo foram:
  • Estado e democracia de alta densidade;
  • Economia para o desenvolvimento sustentável;
  • Educação, cultura e inovação;
  • Políticas sociais e qualidade de vida e
  • Novo urbanismo e o pacto pela vida.

Eduardo Campos anunciou, em 14 de abril de 2014, em um evento realizado em Brasília, a pré-candidatura à Presidência do Brasil, tendo como vice a líder da Rede Sustentabilidade, Marina Silva.24 25 Após a morte de Eduardo Campos, Marina Silva assumiu como candidata em seu lugar e Beto Albuquerque foi apontado como seu vice.


Morte


Cessna Citation 560XLS+, mesmo modelo do avião envolvido no acidente

Em 13 de agosto de 2014, o então candidato à presidência da República embarcou em um avião modelo Cessna Citation 560XLS+ de prefixo PR-AFA, cujo primeiro voo havia se realizado em 2011.26 O avião saiu do Aeroporto Santos Dumont, na cidade do Rio de Janeiro, por volta das 9h, com destino ao município de Guarujá, para cumprir agenda de campanha.
Exatamente as 9hs 30min 31s, o avião caiu27 sobre uma área residencial do município de Santos, próximo a uma academia. Todos a bordo da aeronave morreram. Não se conhece a causa da queda.
Eduardo Campos faleceu no mesmo dia que seu avô Miguel Arraes, morto no ano de 2005.28 Ele foi sepultado no dia 17 de agosto de 2014 no Cemitério de Santo Amaro, no Recife, ao lado do túmulo do avô e do tio Carlos Augusto de Arraes.29


Premiações


  • 2009 – considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano.30
  • 2010 – primeiro colocado no ranking de governadores estabelecido pelo Instituto Datafolha de Pesquisas, sendo uma dessas com 80% de aprovação entre os pernambucanos.31
  • 2011 – apontado pela pesquisa Ibope/Band como o melhor governador do Brasil e novamente, pela Revista Época, um dos 100 brasileiros mais influentes do ano.32 33
  • 2013 – Pacto pela Vida recebe o prêmio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) na categoria “Governo Seguro – Boas práticas em prevenção do crime e da violência”.


Trajetória política





Supermercado Pague Menos



historia de famoso: hoje muito especial dia de finados. ( cantor Jamelão )


Jamelão

Jamelão.jpg


Jamelão canta durante o espetáculo comemorativo da reinauguração da Rádio Nacional.

Informação geral
Nome completo José Bispo Clementino dos Santos
Também conhecido(a) como Jamelão
Nascimento 12 de maio de 1913
Origem Rio de Janeiro
País  Brasil
Data de morte 14 de junho de 2008 (95 anos)
Gênero(s) Samba, Samba-canção, Samba-enredo
Instrumento(s) Vocal
Extensão vocal tenor
Período em atividade 1940s-2006
Gravadora(s)
Afiliação(ões)
José Bispo Clementino dos Santos, mais conhecido como Jamelão (Rio de Janeiro, 12 de maio de 1913 – Rio de Janeiro, 14 de junho de 2008), foi um cantor brasileiro, tradicional intérprete dos sambas-enredo da escola de samba Mangueira.


Biografia


Nasceu no bairro de São Cristóvão e passou a maior parte da juventude no Engenho Novo, para onde se mudou com seus pais. Lá, começou a trabalhar, para ajudar no sustento da família - seu pai havia se separado de sua mãe. Levado por um amigo músico, conheceu a Estação Primeira de Mangueira e se apaixonou pela escola de samba.

Ganhou o apelido de Jamelão na época em que se apresentava em gafieiras da capital fluminense. Começou ainda jovem, tocando tamborim na bateria da Mangueira e depois se tornou um dos principais intérpretes da escola.

Passou para o cavaquinho e depois conseguiu trabalhos no rádio e em boates. Foi "corista" do cantor Francisco Alves e, numa noite, assumiu o lugar dele para cantar uma música de Herivelto Martins.

A consagração veio como cantor de samba. Sua primeira gravadora foi a Odeon. Depois, trabalhou para a Companhia Brasileira de Discos, Philips e mais tarde para a Continental, onde gravou a maioria de seus álbuns, para a RGE e depois para a Som Livre. Entre seus sucessos, estão "Fechei a Porta" (Sebastião Motta/ Ferreira dos Santos), "Leviana" (Zé Kéti), "Folha Morta" (Ary Barroso), "Não Põe a Mão" (P.S. Mutt/ A. Canegal/ B. Moreira), "Matriz ou Filial" (Lúcio Cardim), "Exaltação à Mangueira" (Enéas Brites/ Aluisio da Costa), "Eu Agora Sou Feliz" (com Mestre Gato), "O Samba É Bom Assim" (Norival Reis/ Helio Nascimento) e "Quem Samba Fica" (com Tião Motorista).

De 1949 até 2006, Jamelão foi intérprete de samba-enredo na Mangueira, sendo voz principal a partir de 1952, quando sucedeu Xangô da Mangueira.1 Em janeiro de 2001, recebeu a medalha da Ordem do Mérito Cultural, entregue pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Diabético e hipertenso, Jamelão teve problemas pulmonares e, desde 2006, sofreu dois derrames. Afastado da Mangueira, declarou em entrevista: "Não sei quando volto, mas não estou triste."

Morreu às 4hs do dia 14 de junho de 2008, aos 95 anos, na Casa de Saúde Pinheiro Machado, em sua cidade natal, por falência múltipla dos órgãos. O enterro foi no Cemitério São Francisco Xavier, no bairro do Caju, no Rio de Janeiro.

Discografias2


  • (2003) Cada vez melhor • Obi Music • CD
  • (2001) Escolas de Samba no Dia da Cultura • CD
  • (2000) Por força do hábito • Som Livre • CD
  • (1997) A voz do samba • CD
  • (1994) Minhas andanças • RGE • LP
  • (1987) Recantando mágoas-Lupi, a dor e eu • Continental • LP
  • (1984) Mangueira, a super campeã • Continental • LP
  • (1980) Jamelão • Continental • LP
  • (1977) Folha morta • Continental • LP
  • (1975) Jamelão • Continental • LP
  • (1975) Samba-enredo-sucessos antológicos • Continental • LP
  • (1974) Jamelão • Continental • LP
  • (1974) Os melhores sambas enredos 75 • Continental • LP
  • (1973) Jamelão • Continental • LP
  • (1972) Jamelão interpreta Lupicínio Rodrigues • Continental • LP
  • (1970) Jamelão • Continental • LP
  • (1969) Cuidado moço • RCA Victor • LP
  • (1964) Torre de Babel/Feioso e pobre • Continental • 78
  • (1963) Horinha certa/Eu agora sou feliz • Continental • 78
  • (1963) Reza/Não adianta • Continental • 78
  • (1963) Fim de jornada/Foi assim • Continental • 78
  • (1963) Velinha acesa/Eu não quero vacilar • Continental • 78
  • (1963) Estamos em paz/Voa meu passarinho • Continental • 78
  • (1963) Sambas para todo gosto • Continental • LP
  • (1962) A marron do Leblon/Você é gelo • Continental • 78
  • (1962) Jamelão canta para enamorados • Continental • LP
  • (1961) Amor de mãe/Valsinha da mamãe • Continental • 78
  • (1961) Meu barracão de zinco/Vou fugir de mim • Continental • 78
  • (1961) Mais do que amor/Qual o quê! • Continental • 78
  • (1961) Foi brinquedo/Só meu coração • Continental • 78
  • (1961) Dia de pierrô/Linguagem do morro • Continental • 78
  • (1961) Jamelão e os sambas mais • Continental • LP
  • (1960) Não importa/O grande presidente • Continenta • 78
  • (1960) Exemplo/Jajá na Gambõa • Continenta • 78
  • (1960) Solidão/Decisão • Continenta • 78
  • (1960) Deixei de sofrer/Eu não sou Deus • Continenta • 78
  • (1960) Desfile de Campeãs-Jamelão e Escolas de Samba • Continental • LP
  • (1959) Ela disse-me assim/Esquina da saudade • Continenta • 78
  • (1959) Três amores/Há sempre uma que fica • Continenta • 78
  • (1959) O samba é bom assim/Esta melodia • Continenta • 78
  • (1959) Fechei a porta/Perdi você • Continenta • 78
  • (1959) O samba é bom assim-a boite e o morro na voz de Jamelão • Continental • LP
  • (1958) Grande Deus/Frases de um coração • Continental • 78
  • (1958) Nem te lembras/Ela está presente • Continental • 78
  • (1958) Saudade que mata/Serenata de pierrô • Continental • 78
  • (1958) Guarde seu conselho • Continental • 78
  • (1958) O samba em Noite de Gala • Continental • LP
  • (1958) Escolas de Samba • Continental • LP
  • (1957) Moleza/Eu hein, Dolores • Continental • 78
  • (1957) Timbó/Pense em mim • Continental • 78
  • (1957) Quem mandou/Como ela é boa • Continental • 78
  • (1957) Não quero mais/Não tenho ninguém • Continental • 78
  • (1956) Cansado de sofrer/Mirando-te • Continental • 78
  • (1956) Folha morta/Dengosa • Continental • 78
  • (1956) Definição • Continental • 78
  • (1956) Vida de circo/Confiança • Continental • 78
  • (1955) Bica nova/Se parar esfria • Continental • 78
  • (1955) Ogum General de Umbanda/Enconsta o carro (Gírias cariocas) • Continental • 78
  • (1955) Corinthians, campeão do centenário/Oração de um rubro negro • Continental • 78
  • (1955) Exaltação à Mangueira/Lá vou eu • Continental • 78
  • (1955) Eu não mandei/Castigo do céu • Continental • 78
  • (1954) Sem teu amor/O caçador de preá • Sinter • 78
  • (1954) Alta noite/A cegonha mandou • Sinter • 78
  • (1954) Leviana/Deixa de moda • Continental • 78
  • (1953) Acabei entrando bem/Vem cá mulata • Sinter • 78
  • (1953) Eu não poderei/Deixa amanhecer • Sinter • 78
  • (1953) Seu deputado/Voltei ao meu lugar • Sinter • 78
  • (1952) Só apanho resfriado/Você vai...eu não • Sinter • 78
  • (1952) Eu vou partir/Mora no assunto • Sinter • 78
  • (1951) Falso pirata/Lá vem você • Odeon • 78
  • (1951) Casinha da colina/Voltei ao meu lugar • Odeon • 78
  • (1951) Torei o pau/Onde vai sinhazinha • Odeon • 78
  • (1950) Pancho Vila/Este é o maior • Odeon • 78
  • (1950) Capitão da mata/Já vi tudo • Odeon • 78
  • (1950) Pai Joaquim/Siá Mariquinha • Odeon • 78
  • (1950) Pirarucu/Duque de Caxias • Odeon • 78
  • (1949) A giboia comeu/Pensando nela • Odeon • 78

Jamelão Interpreta Lupicínio Rodrigues (Disco Completo)





Faixas:

1 Meu Pecado (Lupicinio Rodrigues & Felisberto Martins) 00:00
2 Homenagem (Lupicinio Rodrigues) 04:31
3 Sozinha (Lupicinio Rodrigues) 08:13
4 Um Favor (Lupicinio Rodrigues) 11:41
5 Exemplo (Lupicinio Rodrigues) 16:36
6 Quem Há De Dizer (Lupicinio Rodrigues & Alcides Gonçalves) 20:04
7 Cigano (Lupicinio Rodrigues & Felisberto Martins) 24:36
8 Amigo Ciúme (Lupicinio Rodrigues & Onofre Pontes) 29:13
9 Torre De Babel (Lupicinio Rodrigues) 32:42
10 Nervos De Aço (Lupicinio Rodrigues) 35:37
11 Ela Disse-Me Assim (Lupicinio Rodrigues) 38:57
12 Vingança (Lupicinio Rodrigues) 42:27


LIVRARIA ESTUDANTIL



Histórias de Vida: “Nem sempre quando algo é tirado das nossas mãos a gente perde"


Conheça a história de vida do bispo Romualdo Panceiro e de sua família.


 Quem conhece o bispo Romualdo Panceiro da Silva, de 55 anos, e sua esposa, Marcia Barbosa Panceiro, de 47 anos, casados há 27 anos, sabe bem que não lhes falta fé para ajudar os que precisam. Nascidos no Rio de Janeiro, eles já passaram por Estados como São Paulo e Minas Gerais, pregando a mensagem da fé. Já no exterior eles viveram alguns anos no México, na Argentina e, atualmente, estão nos Estados Unidos, em Los Angeles, cuidando do trabalho da Universal no país.

O que talvez muitos não saibam é que, durante toda essa trajetória, eles vivenciaram problemas sérios. 

Ele já passou fome, andou de sapato furado e viu o pai ficar louco. Já ela sabe bem a dor de uma mãe que tem o filho na mais tenra idade arrancado dos seus braços. 

E essa última situação eles viveram já convertidos. Por que será que tudo isso aconteceu? Confira as respostas na entrevista exclusiva à Folha Universal.

Como foi a infância de vocês?

Ele: Minha família morava na melhor casa do bairro do Rio de Janeiro, compras chegavam de caminhão. Mas tudo isso mudou quando eu tinha 6 anos e vi o meu pai ficar louco. Ele tentou até me enforcar. Depois disso, fui morar com meus tios dos 6 aos 14 anos, vivi longe dos meus pais. Quando eu completei 15 anos, minha mãe alugou uma casa no Rio de Janeiro com muita dificuldade e trouxe a gente para morar com ela. Uma semana depois que estávamos morando na casa, veio uma enchente e acabou com tudo. Foi quando começamos a passar fome. Eu tive de deixar os estudos para trabalhar. Mas, para piorar a situação, comecei a usar drogas. Como não tínhamos o que comer, eu e meus irmãos subíamos no pé de manga e o almoço e o jantar eram as mangas, quando estava na época da fruta. Já o estado do meu pai só piorou. Eu até o reencontrei depois de tudo o que aconteceu, mas ele acabou morrendo de câncer. Eu me envolvi mais ainda com as drogas. Eu passava o tempo todo nos morros do Rio de Janeiro cheirando cocaína. Eu também tive problema de gota, uma doença que afeta as articulações.

Ela: Os meus pais serviam aos espíritos malignos e esses espíritos diziam que queriam me matar. Com medo, passei a ter insônia, tomava calmante escondido, escutava barulhos estranhos pela casa. Aos 10 anos, o meu pai teve uma amante. Minha mãe, ao descobrir, quase tentou suicídio tomando veneno. Foi assim que vivi toda a minha infância, tendo que lidar com os meus problemas espirituais e com os dos meus pais.

Como aconteceu a mudança na vida de vocês?

Ele: Eu era office-boy numa empresa e a minha chefe me convidou pra ir à Universal. Eu fui pela primeira vez na igreja da Antiga Capelinha, o bispo Macedo estava fazendo o culto e eu tinha 24 anos nessa época. Fui curado da doença, abandonei as drogas. Eu ia todos os dias a pé à igreja, pois não tinha dinheiro para o ônibus. O que eu havia encontrado era tão precioso que eu nem me importava de ir andando.

Ela: Minha mãe, ao ouvir um programa da Universal no rádio, decidiu ir à igreja. Em pouco tempo buscando a Deus o meu pai deixou a amante, nossa família deixou de morar de favor, eu comecei a dormir em paz, enfim, tudo de ruim saiu de nossas vidas. Eu passei a frequentar também. Eu tinha 16 anos, só que no começo eu ia à igreja mais por gratidão a Deus. Até que um namorado que eu gostava muito me deixou. Foi ali que vi que precisava me entregar a Jesus de verdade.

E por que decidiram servir a Deus no Altar?

Ele: Depois de oito meses que eu estava na igreja, foi numa reunião no Maracanãzinho, feita pelo Bispo Macedo, que eu tive um encontro com Jesus. Foi uma experiência extraordinária com Deus. Eu saí dali diferente, feliz da vida e veio o desejo de servir a Deus. Uma semana depois, fui batizado no Espírito Santo e comecei a fazer aula de candidato a obreiro, até que eu fui levantado obreiro e depois pastor.

Ela: Eu sabia que queria servir a Deus. Eu estudava, trabalhava, mas nunca passou pela minha cabeça que seria esposa. Surgiu em mim um desejo enorme de evangelizar, a ponto até da minha mãe falar que estava demais. Eu tinha um sonho de fazer faculdade de biologia, de ter cinco filhos, mas, depois que entrei na Obra, todos esses sonhos foram deixados de lado, porque eu fui aceitando o chamado de Deus na minha vida.

Como se conheceram?

Ele: Eu era obreiro da Abolição e a via sempre na igreja. Uma vez, sentei perto dela, a luz acabou e a gente começou a conversar. No sábado seguinte, voltamos a nos ver e logo perguntei se podia levá-la em casa. Ela aceitou e fomos conversando. Quando chegamos, o pai dela me pediu ajuda para carregar um tapete novo, eu o ajudei e me tornei conhecido da família dela. Mas ela não me queria.

Ela: Eu estava orando pela vida amorosa, mas eu não queria me envolver com ele, porque na verdade nem meu amigo ele era, ele simplesmente me levou em casa. Só que, depois disso, todos os dias ele me ligava, passamos a ir ao cinema. Passamos oito meses assim, até que um dia ele viajou e eu senti falta dele. Sem contar que eu admirava muito a dedicação dele a Deus. Começamos a namorar e um ano e meio depois nos casamos.

Vocês tiveram dificuldades de adaptação?

Ela: Com Deus ou sem Deus, todo casal tem. Eu me lembro de que, no início, eu chorava muito porque o Romualdo tem um temperamento mais agitado, ele é muito direto no falar e eu era mais sensível. Eu aprendi a lidar com isso.

Quais os momentos mais difíceis que passaram na Obra de Deus?

Ele: No México, passamos por muitas dificuldades, pois havia uma lei contra a igreja. Recebemos uma carta da imigração dizendo que os 11 pastores que lá estavam deveriam deixar o país. Foi uma perseguição religiosa. Mas oramos, nenhum saiu e a igreja cresceu. Também fomos vítimas de calúnias quando passamos em Minas Gerais. Mas acredito que a maior injustiça foi quando nos tiraram a guarda do nosso filho.

Como aconteceu isso?

Ele: Nós adotamos o Fábio em 1998, quando ele tinha 2 anos. Ele era português e quando tinha 6 anos, a Justiça de lá determinou que ele deveria voltar para a antiga responsável por ele. Eu estava em São Paulo quando isso aconteceu. A Marcia ia visitá-lo em Los Angeles, onde ele morava, mas não tínhamos condições de continuar nessa rotina. 

A mãe que pegou a guarda dele dos 6 até 19 anos trabalhou a cabeça dele contra a gente, dizendo que nós é que não queríamos ficar com ele. Ela mudou de casa e perdemos o contato com ele. Quando ele completou 18 anos, essa mãe o colocou na rua. Foi quando ele conheceu a droga e passou a dormir na rua. Em 2013, fomos transferidos para Los Angeles e, em dezembro passado, ele achou a Marcia no Facebook. Ele pediu ajuda. Nós o trouxemos para cá, mas mesmo aqui conosco ele teve uma overdose. Não foi fácil, já que, depois de 13 anos, o filho que havia sido entregue no Altar de Deus volta para a gente cheio de problemas. Nós oramos por ele intensamente, até que, recentemente, eu fui inaugurar uma igreja em Boston e ele foi comigo. Nesse dia, ele chorou por 40 minutos como nunca havia feito antes. Então, decidiu mudar. Ele disse para mim: “pai, eu quero me batizar”. Hoje, ele já é outra pessoa, assiste aos cultos todos os dias e está cada vez mais envolvido com as coisas de Deus.

Por que Deus permitiu que isso acontecesse?

Ele: Eu sabia que por trás disso tudo tinha a ação do mal, mas eu tinha certeza que Deus iria fazer algo, porque eu o havia apresentado no Altar Dele. Por outro lado, o fato do Fábio ter sofrido dessa maneira longe de nós fez que ele chegasse ao fundo do poço e decidisse se entregar a Deus. Ele saiu da lama como eu saí. Nem sempre quando algo é tirado das nossas mãos a gente perde, porque somos da fé. Deus permite certas coisas para que possamos sentir a dor do povo e, com essas experiências, ajudar mais pessoas. Esse é o recado que quero deixar para os leitores da Folha Universal: tudo coopera para o nosso bem. É quando a pessoa está no fundo do poço que é a hora que ela olha para o céu e tem a mão de Deus estendida, porque não há lugar aonde a mão de Deus não chegue.

Perfil do casal

Comida predileta

Ele: espaguete à bolonhesa, com o molho separado, e bife 
Ela: sopa de legumes


Hobby

Ele: jogar futebol 
Ela: ir ao cinema


Livro predileto

Ele: O Poder Sobrenatural da Fé, do Bispo Edir Macedo
Ela: Mananciais do Deserto, de Lettie Cowman


O que um mais gosta no outro

Ele: eu gosto da discrição dela 
Ela: Eu gosto desse jeito comprometido com Deus que ele tem


Sonho

Ele: o meu sonho é realizar o sonho dos outros 
Ela: assistir a uma reunião feita pelo meu filho, como pastor












Rita Cadillac passa por cirurgia espiritual e gera saia justa na RedeTV!

   

 mal está.  

Rita Cadillac passa por cirurgia espiritual e gera saia justa na RedeTV!


Por essa Gilberto Barros não esperava. Durante o programa "Sábado Total" deste sábado (1), o apresentador exibiu uma reportagem com o vidente e curador espiritual Carlinhos.




Uma matéria foi gravada na casa do curador e ele fez algumas previsões como um 2015 repleto de dificuldades para o Brasil. Agradeceu todo o apoio de Gilberto Barros em sua vida e fez uma participação no palco do programa.

Algumas mulheres foram convidadas a participar de uma cirurgia espiritual na atração, dentre elas a cantora Rita Cadillac. A primeira convidada tinha um problema na coluna e foi totalmente 'curada' por Carlinhos. A segunda, uma advogada, relatou dores nos ombros e também teve seu problema amenizado.

Rita Cadillac relatou ter problemas e sentir muitas dores ao se abaixar e logo depois foi submetida aos métodos de tratamento espiritual de Carlinhos. Após alguns minutos, a ex-Chacrete informou que precisaria se levantar da maca e se abaixou. Franca, ela afirmou que as dores persistiam na mesma intensidade deixando Gilberto Barros em uma saia justa.

O apresentador percebendo a situação e que o problema não se resolveria ali, encerrou o quadro avisando que o vidente iria continuar tratando Rita Cadillac e que voltaria na semana seguinte.

Atrações deste tipo são comuns em programa de auditório por chamar atenção pela forma como é conduzida. Além das curas em pessoas, as previsões costumam prender a atenção do telespectador.

No momento do quadro, a RedeTV! se posicionou em terceiro lugar no Ibope prévio da Grande São Paulo, com 2,5 pontos. Em segundo estava a Record com 5,4 e a Globo em primeiro com 11,1 pontos.







sábado, 1 de novembro de 2014

Gasolina deve ficar de 4% a 5% mais cara.

A alta beneficiaria o caixa do Tesouro, aliviando o quadro fiscal do governo.


gasolina Gasolina deve ficar de 4% a 5% mais cara


 Depois do aumento dos juros, a próxima medida do governo deverá envolver o preço dos combustíveis. 

O Conselho de Administração deve decidir pelo aumento de 4% a 5%, em novembro. 

O último aconteceu em novembro de 2013, de 4% para gasolina e 8% para o diesel. Caso se confirme, será a segunda medida impopular do governo após o resultado do segundo turno da eleição presidencial. 

Comentários de consumidores nas redes sociais eram de que a gasolina chegará a R$ 3,50 em Brasília.


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